As decisões tomadas no início de uma vida em comum moldam a segurança jurídica do futuro.
A construção de uma vida em comum implica decisões patrimoniais e pessoais que raramente recebem a atenção jurídica que merecem. O regime de bens, a convenção antenupcial, o reconhecimento da união de facto não são formalidades. São instrumentos que determinam o que acontece quando a vida muda. O planeamento matrimonial é a forma mais eficaz de prevenir conflitos futuros e garantir que as decisões do presente protegem o futuro de ambos
- Estruturação jurídica do início da vida em comum e enquadramento legal das relações familiares
- Definição e negociação estratégica do regime patrimonial do casal
- Elaboração e revisão de convenções antenupciais adaptadas à realidade patrimonial dos cônjuges
- Planeamento patrimonial familiar e organização preventiva das relações económicas do casal
A organização jurídica do início protege o que foi construído juntos, independentemente do que o futuro traga.